Há alguns meses tenho lido escritos de pessoas que gostariam de criar uma nova instituição para a prática do Escotismo no Brasil, que seria ligada à WFIS – World Federation of Independent Scouts. São pessoas que, como eu, criticam diversos pontos dentro da estrutura da nossa União dos Escoteiros do Brasil. Considero, contudo, que nossas semelhanças de pensamento sobre que atitude tomar param por aí.
Embora eu concorde que a nossa instituição tem diversas falhas, eu trabalho para corrigí-las. Há quatro anos, considerei que as falhas eram no meu Grupo Escoteiro e, para tirá-lo da lama formamos uma nova Diretoria Local e então eu assumi como Diretor Presidente do Grupo. O que fizemos? Basicamente foram 6 pontos (algum dia eu escreverei sobre isso, mas resumidamente eles foram: Captação, Reconhecimento, Desafios, Chefia, Diretoria e Alegria). O 8º/RJ GESFA, que ia se encaminhando para a extinção se transformou em um Grupo que há três anos só cresce, conquistando por três vezes seguidas o grau Ouro no Torneio Grupo Padrão da Direção Nacional da UEB (qualquer dia também escreverei sobre esse tema). Na prática, saímos dos cerca de 30 membros para os quase 80 de hoje. Ainda somos poucos, mas continuamos a crescer. Temos problemas, mas vamos vivendo felizes e cada vez fazendo um trabalho melhor, a ponto de que conseguimos fazer a sucessão na Presidência do Grupo, para que eu possa agora atuar em outros pontos necessários no próprio Grupo.
Em 2005 fui convidado para ser Coordenador de Área, ou seja, para estar à frente de 14 Grupos Escoteiros da minha cidade e adjacências. Foi a primeira vez que pude sair da esfera local para contribuir na instância regional. Fizemos atividades de integração, ajudamos alguns Grupos e fortalecemos de alguma forma o Escotismo na nossa cidade (não fiz nada disso sozinho, cabe dizer). Dirigi um Curso Informativo e fiz sugestões para melhorarmos o calendário de cursos de nossa Região, entre outros itens.
Naquele mesmo ano me candidatei a Delegado Regional para a Assembléia Nacional da UEB. Eleito, fui para o Ceará não a passeio, mas para discutir, debater, propor melhorias para a UEB. Saí de lá com uma missão que deleguei a mim mesmo: permitir que todos que tivessem acesso à internet pudessem saber do que havia se passado na Assembléia, principalmente sobre Programa de Jovens e Estrutura da UEB, permitindo inclusive que qualquer pessoa, por este Blog, ou por algumas comunidades do Orkut e listas escoteiras tomasse conhecimento e adentrasse nesse processo de reforma institucional, fazendo sugestões. Fiz até uma palestra gratuita em minha Região, também com esse objetivo.
Infelizmente críticos existem aos montes, mas pessoas que se engajam no processo de melhoria são poucos. Tínhamos dois meses para fazer propostas, mas nesse ínterim só eu encaminhei tal material à Direção Nacional, fato que muito me desapontou. Quando pediram que cada Direção Regional o fizesse, só Brasília mandou. Quando pediram a todos os membros da UEB (embora tal informação não tenha chegado a todos, mas pelo menos 300 pessoas souberam), só eu mandei.
No ano atual (2006), além de novamente me candidatar à Delegado Regional, função para a qual novamente fui eleito, me candidatei também à única vaga da Região Rio para a “Indicação para membro do Conselho de Administração Nacional da UEB”. A votação foi acirrada, mas infelizmente perdi, por 66 a 50 votos, para o companheiro Fabrício. De toda forma, tentei me inserir ainda mais no processo decisório da nossa instituição. Ainda não era a minha hora, mas não me arrependo de ter tentado. Pelo contrário.
Considero que há muito a ser corrigido, tanto dentro dos Grupos, quanto nas Regiões e também no nível nacional.
Embora eu concorde que a nossa instituição tem diversas falhas, eu trabalho para corrigí-las. Há quatro anos, considerei que as falhas eram no meu Grupo Escoteiro e, para tirá-lo da lama formamos uma nova Diretoria Local e então eu assumi como Diretor Presidente do Grupo. O que fizemos? Basicamente foram 6 pontos (algum dia eu escreverei sobre isso, mas resumidamente eles foram: Captação, Reconhecimento, Desafios, Chefia, Diretoria e Alegria). O 8º/RJ GESFA, que ia se encaminhando para a extinção se transformou em um Grupo que há três anos só cresce, conquistando por três vezes seguidas o grau Ouro no Torneio Grupo Padrão da Direção Nacional da UEB (qualquer dia também escreverei sobre esse tema). Na prática, saímos dos cerca de 30 membros para os quase 80 de hoje. Ainda somos poucos, mas continuamos a crescer. Temos problemas, mas vamos vivendo felizes e cada vez fazendo um trabalho melhor, a ponto de que conseguimos fazer a sucessão na Presidência do Grupo, para que eu possa agora atuar em outros pontos necessários no próprio Grupo.
Em 2005 fui convidado para ser Coordenador de Área, ou seja, para estar à frente de 14 Grupos Escoteiros da minha cidade e adjacências. Foi a primeira vez que pude sair da esfera local para contribuir na instância regional. Fizemos atividades de integração, ajudamos alguns Grupos e fortalecemos de alguma forma o Escotismo na nossa cidade (não fiz nada disso sozinho, cabe dizer). Dirigi um Curso Informativo e fiz sugestões para melhorarmos o calendário de cursos de nossa Região, entre outros itens.
Naquele mesmo ano me candidatei a Delegado Regional para a Assembléia Nacional da UEB. Eleito, fui para o Ceará não a passeio, mas para discutir, debater, propor melhorias para a UEB. Saí de lá com uma missão que deleguei a mim mesmo: permitir que todos que tivessem acesso à internet pudessem saber do que havia se passado na Assembléia, principalmente sobre Programa de Jovens e Estrutura da UEB, permitindo inclusive que qualquer pessoa, por este Blog, ou por algumas comunidades do Orkut e listas escoteiras tomasse conhecimento e adentrasse nesse processo de reforma institucional, fazendo sugestões. Fiz até uma palestra gratuita em minha Região, também com esse objetivo.
Infelizmente críticos existem aos montes, mas pessoas que se engajam no processo de melhoria são poucos. Tínhamos dois meses para fazer propostas, mas nesse ínterim só eu encaminhei tal material à Direção Nacional, fato que muito me desapontou. Quando pediram que cada Direção Regional o fizesse, só Brasília mandou. Quando pediram a todos os membros da UEB (embora tal informação não tenha chegado a todos, mas pelo menos 300 pessoas souberam), só eu mandei.
No ano atual (2006), além de novamente me candidatar à Delegado Regional, função para a qual novamente fui eleito, me candidatei também à única vaga da Região Rio para a “Indicação para membro do Conselho de Administração Nacional da UEB”. A votação foi acirrada, mas infelizmente perdi, por 66 a 50 votos, para o companheiro Fabrício. De toda forma, tentei me inserir ainda mais no processo decisório da nossa instituição. Ainda não era a minha hora, mas não me arrependo de ter tentado. Pelo contrário.
Considero que há muito a ser corrigido, tanto dentro dos Grupos, quanto nas Regiões e também no nível nacional.
Afinal, temos que ter uma coisa em mente: por mais que faltem literaturas, por mais que o programa educativo esteja com anos de atraso e tenha tido uma implementação de cima para baixo e extremamente mal feita, por mais que por vezes exista pouca oferta de cursos, por mais que certas atividades sejam caras, etc, etc, há Grupos que vêm sendo muito bem sucedidos, crescendo quantitativamente e qualitativamente. Há Grupos com 10 pessoas e também há aqueles com 500! Há Regiões cujo efetivo vem se reduzindo e há aquelas que tem crescido ano após ano. Embora o apoio das instâncias superiores não seja exatamente o que deveria ser, para um mesmo ambiente externo há Grupos que conseguem progredir. Temos que refletir sobre isso, para não culpar os outros por problemas que são nossos. Certamente todos têm sua parcela de culpa, mas isso significa que temos que nos inserir também nessa história, para ver onde estamos falhando e procurarmos evoluir.
Como julgo que posso agir mais em prol de outros Grupos, há quase dois anos deixei de agir apenas na instância local, para me envolver também nos níveis regional e nacional. Ao contrário de muitos, eu persisto e tento aprender cada vez mais, para mudar para melhor o nosso ambiente institucional. De nada adianta criticar se você não se aperfeiçoa e se oferece para ajudar a melhorar. Minha mais recente atitude nesse sentido foi a participação, neste feriado, do Curso Avançado de Dirigentes Institucionais. Aprendi muito com esse curso. Eu sempre soube que, embora julgasse ter muito conhecimento, eu não sabia de tudo. Agora tenho a certeza de que sempre terei muito a aprender.
Fiz esse relato pessoal para mostrar que tenho lutado pelo que eu acredito. E é essa a atitude que considero que todos deveriam ter.
Agora voltando ao assunto da criação de outra entidade escoteira no país. Em primeiro lugar, há que se estudar vantagens e desvantagens. Alguns outros países possuem mais de uma instituição oficial. Certos países também possuem Escoteiros e Bandeirantes juntos. Ou seja, há como fazer estudos comparativos / culturais para tomar uma decisão como essa.
Minha visão pessoal sobre esse tema, contudo, é quase como um ditado popular: Se você não consegue resolver os problemas da sua própria casa, mudar de casa não necessariamente trará a solução. Todos os problemas que hoje existem em nossa instituição no futuro existirão também em qualquer outra que seja criada. Criar algo novo não é a melhor resposta. Lutar para melhorar a nossa casa é a raiz da questão.
Será que quem desistiu analisou cuidadosamente o que está errado e pensou em formas de corrigir o processo? Será que sabia exatamente do que estava falando? Será que conversou com pessoas mais experientes? Será que lutou? Se lutou, o fez no lugar, com as pessoas e da forma correta? Não é dentro de um Grupo que se resolvem problemas nacionais... Por que não se candidatar a algum cargo regional ou nacional? Por que não mandar proposta para o processo de reforma da UEB?
Lembrem-se: A UEB é o conjunto de todos nós. Nós criamos a nossa própria história, tanto nos Grupos, Regiões ou na esfera Nacional, de forma direta ou indireta. Diretamente agimos assumindo cargos, funções, tarefas. Indiretamente elegemos pessoas para os níveis regional e nacional. De uma forma ou de outra, a culpa pelos nossos problemas é de cada um de nós.
Escreveremos o nosso futuro. Lutemos pela melhoria da UEB.

14 comentários:
1) Será que quem desistiu analisou cuidadosamente o que está errado e pensou em formas de corrigir o processo?
R: Sim.
2)Será que sabia exatamente do que estava falando?
R: Sim.
3)Será que conversou com pessoas mais experientes?
R: Sim.
4)Será que lutou?
R: Sim.
5)Se lutou, o fez no lugar, com as pessoas e da forma correta?
R: Sim.
6) Não é dentro de um Grupo que se resolvem problemas nacionais... Por que não se candidatar a algum cargo regional ou nacional? Por que mandar proposta para o processo de reforma da UEB?
R: Realmente não é dentro de um grupo que se resolve um problema nacional, mas é dentro de um grupo que se faz o escotismo real (não no escritório nacional). Se candidatar a um cargo nacional ou regional exige disponibilidade de tempo e dinheiro além de outras coisas. Enviar uma proposta para o processo de reforma da UEB só é viável se quem for avaliar a proposta for alguém de confiança, pois não adianta jogarem na gaveta o trabalho dos demais, como já aconteceu anteriormente (eu mesmo já o fiz outrora).
Necessitamos de uma instituição com credibilidade institucional perante seus associados e a UEB não o tem. A UEB atualmente só serve para oprimir as minorias. E todos estamos cansados disso.
Não creio que seja a situação partir agora para a abertura de uma nova associação escoteira no país, mas talvez seja um caminho futoro caso a UEB não passe a encarar as coisas com outras atitudes.
Grande David,
Bela reflexão, muito a propósito! Espero sinceramente que encontres parceiros de ideal e companheiros de jornada, pois o caminho é árduo.
Vez por outra me perguntava no passado recente se o caminho da mudança na UEB como um todo não passaria pela Desobediência Civil; paralelamente, sempre me vinha à cabeça o princípio da Simplicidade. Hoje já não sei mais o que restou por desobedecer, nem tampouco a simplificar.
Seja como for, bicho, aceite meus PARABÉNS pela iniciativa. SUCESSO!
Enfim encontrei algum espaço decente para falar. No Orkut só há xiitas que só sabem expurgar mal dizeres e não aguentam nada de novo!
Me entristece o fato de termos muitas pessoas querendo criar outra associação. Historicamente, a UEB foi a UNIÃO de dezenas de associações escoteiras do país. Não acho justo que depois de aproximadamente 80 anos exista proposições para rachar o escotismo no país.. Não acho essa seja solução, pois:
1 - irá desvirtuar, separar e enfraquecer o movimento escoteiro ainda mais no Brasil. Criar outra instituição apenas por revolta não é o caminho;
2 - pode ser uma razão subjetiva e/ou sentimental mais o espírito de irmandade será totalmente desfeito se um racha for feito. Ainda mais por essas razões. A lei escoteira está aí para ser seguida. Irmãos discutem, mas nunca devem se separar;
3 - querendo ou não há uma lei federal (antiga, mas lei federal) que só permite que a UEB pratique escotismo no país. Pense só na confusão que isso causará, envolvendo Congresso Nacional no meio. Na minha opinião, isso afundará de vez o escotismo no país.
Essa só a minha opinião, mas concordo plenamente com a opinião do Chefe David. As prováveis soluções são:
1 - Cada dirigente e escotista fazer o seu grupo crescer;
2 - Consertar, ou seja, mudar toda essa estrutura praticamente ditatorial existente na UEB hoje em dia. Eu sou do Norte, bem distante do eixo Sudeste-Sul, onde se concentra o maior contigente (infimo, mas maior). Nós do norte somos abandonados pela UEB. A panela deve acabar. Para o bem do escotismo no país.
3 - reunir esse pessoal (dirigentes, escotistas, delegados da assembléia nacional) do país inteiro que querem mudança na UEB para discutir a melhor forma de fazer isso. A Internet está aí para isso.
Sem tempo para escrever... Só saliento uma coisa: não adianta ser xiita só falando e esbravejando. Deve-se ter atitude para mudar sem revoltas sangrentas que resultem em divisões...
Para quem quiser falar comigo:
dansenf16@yahoo.com.br
dansenf5@hotmail.com (MSN)
SAPS
Ops! Não é "aguentam nada de novo", mas sim: "fazem nada de novo"
Considero viável todas as opiniões acima para reflexões de todos inclusive daqueles que possam ter toda liberdade de procurar algo que realmente acreditam... Bem "casa?"... É quando sentimos em casa e "fazemos realmente parte dela", que a liberdade de expressão possa ser para todos nós um elo de companheirismo e de respeito entre todos nós, quer seja UEB ou WFIS.
msn - sandrawpalmeira@hotmail.com
Concordo que o programa de jovens precisa ser analisado. Tem se verificado que muitas seções estão experimentando dificuldades na aplicação, especialmente no Ramo Escoteiro (nos Ramos Sênior e Pioneiro nada mudou). Não sou especialista no assunto, mas acredito que boa parte da dificuldade está relacionada com a falta dos guias dos jovens. Ainda tenho verificado que os Escotistas que aplicavam bem o programa escoteiro (antigo), não estão tendo maiores problemas com o programa de jovens (o novo), haja vista que o Método e os Princípios do Movimento Escoteiro permanecem inalterados. De qualquer forma, a UEB está fazendo uma avaliação do programa de jovens em todo país e o que não estiver funcionando certamente será modificado.
Quanto à questão “UEB X WFIS” nem vou discutir. Só grupos filiados à UEB podem praticar o escotismo no país. Uma outra associação que se diz “praticante” do movimento escoteiro sem a autorização da UEB está praticando estelionato, enganando pais, jovens e sociedade.
Agora danou-se...
Estou insatisfeito com os que comandam a UEB, sim! No entanto, não é a instituição em si que não presta e sim as pessoas que não estão tomando conta dela como deveria...
Na minha opinião, querer mudar apenas ficando com "raiva" e concorrendo com a UEB não é a melhor opção. Por que não juntar os insatisfeitos e mudar as regras? Fazer uma pressão de VERDADE! Ficar só reclamando que não presta, rachar e fazer outra coisa igual é fácil, mas muito fácil mesmo! Por que não fazer isso sem rachas? A wfis-brasil seria por não concordarem com o Macpro? Entao que mude o Programa de Jovens! Ou seria por questoes politicas, para que nao tenha mais a "panelinha de 20 anos" e que reine uma nova panela!??
Agora, as minhas previsões nao sao boas com relaçao a isso, infelizmente... nao somos colombia, paraguai ou uruguai. Somos BRASIL!
Não sei se o David concorda com isso, queria a opiniao dele. Apesar dos pesares, não vou desvincular o meu grupo da UEB, muito menos da WOSM!!!
Eu, como simpatizante da AEBP, vejo que a UEB foi para um caminho complicado. O PJ faz com que qualquer um atinja a Travessia facilmente e o chefe observe sem nada fazer. E BP não queria isso. Pelo contrário, ele queria que o jovem se esforssa-se para conseguir seus objetivos.
Claro que a idéia de ma candidatar a algum cargo na UEB é interessante, mas é para quem tem dinheiro. Eu, sendo pobre, não posso me dar a esse luxo.
Aliás, graças a UEB, somente quem pode ser escoteiro é quem tem dinheiro. O Dia da Jângal da Região RJ custou 50 reais! Pode parecer pouco para alguns, mas e para uma comunidade pobre do interior? Sai a quase 90 reais a atividade, incluindo transporte!
O mesmo vale para aa atividades Nacionais: caras e impraticáveis para os mais pobres!
Como a própria UEB pregava em 1949, este escotismo de hoje não é escotismo, mas sim outra coisa qualquer!
Apenas como comentário a quem ler a partir de agora:
O Art. 5º da CF garante, claramente, o direito a Livre Associação, revogando, com isso, qualquer lei em contrário.
Com isso, a Lei que garantia o monopólio escoteiro para a UEB é nula, e, portanto, ilegal perante a nossa Carta Magna.
Alegar que a AEBP não pode praticar escotismo é desrrespeito a AEBP e a nossa Lei Maior!
Digamos sim ao Escotismo de verdade, abaixo o famigerado MACPRO, Os dirigentes da UEB querem por força nos descaracterizar, tornar-nos igual a qualquer outra coisa, e afastarnos de nossos verdadeiros ideais e tradições! Sigam eles esta coisa e que sejam felizes(se puderem). Deichen-nos seguir nosso caminho ,o caminho dos verdadeiros Escoteiros. 329° RS Voluntários da Pátria! Sempre Alerta!
Ops. Perdão pelo "deichem-nos", Deixen-nos!
Olá pessoal, gostaria de aproveitar a discussão, no entanto sem tirá-los muito do tema, mas tenho 24 anos, nunca fui escoteiro, conheci o movimento e sua filosofia há 3 anos, e já tinha despertado interesse pelo ideal, e estudei o livro "escotismo para jovens", e procurei aprender tudo o que podia sobre o assunto na internet e com amigos escoteiros. O que vcs acham, é válido pessoas que como eu, desejam entrar no movimento como adultos, sem ter passado pelos ramos, mas contando que essa pessoa tenha boa vontade de aprender e ensinar?
Caro Chefe ...
Em primeiro lugar...Sempre alerta...
Esse debate é fundamental....
É triste constatar mas a nossa UEB esta engessada e envelhecida por "profissionais" do escotismo, que não sei que serviços prestam ao movimento....
Alguns diriam; mas todos nós somos a UEB. Infelizmente não é assim, a UEB se coloca como uma casta de dirigentes sobre os interesses dos chefes de sede e campo, deliberando e decretando num sistema antiquando cheio dos de inúmeros filtros...
A UEB atual presta um desserviço ao escotismo nacional, alem de se comportar como a igreja católica medieval...se arroga dona do movimento no Brasil, ignora a diversidade, finge que não existem outras formas de pensamento...ignora a realidade da AEBP e pior , ignora o movimento bandeirante...não se comunica e se isola cada dia mais....esta fadada a crise...O que tem impedido a falência total dessa velha obesa e arcaica é a grana que os escoteiros de sede mandam obrigados à União...
Onde fica a fraternidade escoteira se a UEB ignora outros movimentos...e grita ...- só há escotismo na UEB...ridículo e absurdo....se fosse só isso...mas o fato é que isso é triste...
"Quanto à questão “UEB X WFIS” nem vou discutir. Só grupos filiados à UEB podem praticar o escotismo no país. Uma outra associação que se diz “praticante” do movimento escoteiro sem a autorização da UEB está praticando estelionato, enganando pais, jovens e sociedade". QUE PENA QUE AXISTE PESSOAS QUE AINDA PENSAM QUE ESTAMOS NA EPOCA DA DITADURA. QUAL PESSOA PODE SE DIZER ESCOTEIRO E ASSIM SERÁ FOI O PROPRIO B.P QUE FALOU ISSO E SE NÃO TIVESSE FALADO NO BRASIL QUALQUER ASSOCIAÇÃO PODE PRATICAR ESCOTISMO. A DIFERENÇA E A QUALIDADE DO ESCOTISMO PRATICADO. DEVEMOS PENSAR EM QUALIFICAR OS ADULTOS QUE QUEREM SERVIR A JUVENTUDE E NÃO FICAR COM PICUINHA CITANDO LEI CADUCAR. SOU ADMIRADO DO BP E FUNDEI O ESCOTISMO FLORESTAL. QUANTO A AEBP TENHO QUE DÁ FORÇA A ELA E A UEB TENHO CERTEZA QUE IRÁ CRESCER PORQUE COM O SUCESSO DA AEBP E OUTRAS ENTIDADES INDEPENDENTES ELA (UEB) IRÁ ACORDAR E VERÁ QUE NAS FORÇAS ARMADAS E MILITARES ESTADUAIS A DEMOCRACIA JÁ CHEGOU.
TENHO DITO,
LUIZ FIDELIS - CHEFE DOS ESCOTEIROS FLORESTAIS
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